sexta-feira, 29 de julho de 2011



Amar dá medo. Eu, particularmente, sempre tive medo de amar. Medo por talvez não ser amada, por ser amada de mentirinha, enfim, por vários motivos. Aí apareceu você, e os medos começaram a ir embora. Não é exagero, finalmente eu me sinto em casa nos braços de alguém. Finalmente eu posso beijar de olhos fechados, pois tenho certeza sem nem precisar olhar, que os seus também estão. Agora eu posso pegar na sua mão e dizer pro mundo "Esse é o meu amor". Eu poderia te chamar de namorado, afinal é o que somos,  mas acho isso tão superficial, é apenas um título, e o que eu sinto por você não é uma dissertação pra precisar de títulos, por isso te chamo de amor, e além de tudo, não somos apenas "namorados", somos amigos, cúmplices, parceiros, pai e mãe, amantes... E sabe o que é melhor nisso tudo? Saber que você está se sentindo assim também. Nossos sentimentos não são iguais, afinal o olhar do amor é como um caleidoscópio, cada vez que olharmos, de cada ângulo, será uma imagem diferente, mas o que sentimos é real, e isso nos faz iguais. Não estamos juntos porque nos convém, ou porque está na moda andar por aí de mãos dadas. Nosso relacionamento vai além de fotos na internet, de alianças que em uma semana são jogadas em uma gaveta qualquer... Nosso amor não precisa disso, e é esse o tipo de amor que dá certo, um amor que com o simples consegue deslumbrar, e que não é feito só de palavras. 
Um brinde à todos os casais que se amam de verdade! 

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