
Nunca fui de me fazer de coitada, e sempre lutei por tudo o que quis.
Tenho orgulho de dizer que sou uma mulher de verdade, batalhadora, sonhadora, que adora bolsas e sapatos, mas sabe que a vida é algo além dessas futilidades.
Por muito tempo me deixei derrubar por amores que não davam certo, até que um dia cansei de olhar no espelho e ver aqueles olhos vermelhos e aquela cara de defunto, e decidi que levantaria a cabeça, e deixaria de lado toda essa parafernalha sentimental que eu guardava no peito, e que amor agora, só por mim mesma, e pela minha família. Pelos amigos? Bom, amizade é uma questão difícil. Graças a Deus já sai da fase de esperar melhores amigas e melhores amigos perfeitos, que se importam 100% comigo. Vivo muito bem com uma relação estável com as pessoas, sem confiar demais em ninguém, mas também sem quebrar a cara, ela não aguentava mais remendos de promessas de amizades mais confiáveis.
Pra quem tem apenas dezoito anos, todas essas constatações parecem ser algo instável, visto que eu tenho muito a aprender ainda. Mas acho que é mais importante ter poucas experiências e tirar grandes lições de cada uma delas, do que ter muitas experiencias e nunca ter aprendido nada que te faça trilhar melhores caminhos. Eu aprendo dia após dia a arte de viver.
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